Johnny Escreveu:Shadow88 Escreveu:cabeca Escreveu:Viva,pereirinha Escreveu:sem ofensa, até concordo com alguns dos teus pontos, mas há pessoas que não podem fazer 50 km diários de bicicleta com um portátil às costas...
O meu portátil não vai às costas mas sim, no suporte de bagagem da bicicleta. O comboio pode transportar uma bicicleta (e o seu dono) por 40 ou 50 Km. Mas as minhas intervenções não se centraram nas especificidades da bicicleta. Por favor, não vão por aí.
Está em causa algo maior, algo que afecta o nosso presente e certamente irá moldar o nosso futuro. Não nos podemos dar ao luxo de continuar a ignorar este aspecto da nossa sociedade só porque é incómodo ou porque já nos habituamos a conviver com o erro.
O que vos peço é que elevem um pouco a vossa visão sobre o problema.
Cumprimentos
Miguel Cabeça
O senhor não deve andar no mesmo comboio que eu...
Não sei como é que os parquímetros a volta do IST ainda funcionamNão que eu venha muito de carro para o IST. Mas não venho mais porque não tenho lugar... isto de fazer 60km de carro tem muito mais piada do que de transportes. Até porque demoro no mínimo 1/4 do tempo de carro...
De facto, não sei quais os comboios que se falam aí. Não devem ser os da linha de Sintra em hora de ponta.
Nestes referidos comboios estimo que nem o tão falado portátil cabe quanto mais uma bicicleta. E quando cabe, a probabilidade de ficar sem ele é elevada. Por acaso, mas só mesmo por acaso, nunca fiquei sem o meu. Mas já fiquei sem dois telemóveis e, entre outras coisa, um cachecol da selecção nacional!
Em relação ao andar na estrada ou no passeio, eu vou sempre na estrada. Como já foi referido, é mais lisinha.
Falando da carta, sou totalmente contra o conteúdo da carta. Eu uso, todos os dias, 4 (quatro) horas do meu dia em transportes públicos, excepto quando vou de carro que uso entre 50mins a 1h30.
Sou totalmente contra o facto de atribuir lugares de forma gratuita aos docentes, funcionários e alguns bolseiros, independetemente do lugar onde moram. Sou totalmente a favor da taxação dos lugares dentro do campus, mas com a selecção dos contemplados com base nas dificuldades de chegar ao técnico (tempo/distância).
Cumprimentos
João Marques
nem mexas mais, é isso mesmo.

