
cabeca Escreveu:O que é que eu disse que não faz sentido? Eu falei em escolhas e nas consequências que elas têm. Não fui claro? Se alguém escolhe morar fora de Lisboa e trabalhar em Lisboa tem de colocar na equação o seu meio de transporte, e os gastos com esse meio de transporte. O estacionamento é um desses gastos.
Carolina Escreveu:só tenho uma questão. certamente que o número de pessoas com acesso ilimitado ao estacionamento é reduzido e que há muita gente que gostaria de ter esse 'privilégio'.
se tu vais de bicicleta para o ist, a que propósito tens um cartão que te dá acesso ilimitado ao estacionamento dentro do campus?
não faz muito sentido.
Carolina Escreveu:só tenho uma questão. certamente que o número de pessoas com acesso ilimitado ao estacionamento é reduzido e que há muita gente que gostaria de ter esse 'privilégio'.
se tu vais de bicicleta para o ist, a que propósito tens um cartão que te dá acesso ilimitado ao estacionamento dentro do campus?
não faz muito sentido.
:fliu Escreveu:Carolina Escreveu:se tu vais de bicicleta para o ist, a que propósito tens um cartão que te dá acesso ilimitado ao estacionamento dentro do campus?
não faz muito sentido.
Sabes.... Quando está a chover é desagradável...
:fliu Escreveu:O exemplo que foi dado da baixa da cidade sem carros, concordo plenamente, em locais de lazer devem ser evitados os carros ao máximo.
Em locais de trabalho devem ser dadas as melhores condições a quem trabalha! E se as pessoas não têm um melhor meio de transporte que o carro próprio devem-lhe ser dadas condições para o poder usar sem gastar o dobro dos seus rendimentos em parque. É muito saudável perder 4 horas em transportes, não ter transportes à noite quando se precisa de ficar até tarde a fazer projectos, mas porquê?
vamos todos comprar casas ao lado do IST mesmo quando já temos uma casa um pouco mais longe...
:fliu Escreveu:Infelizmente vivemos (ou estudamos) na cidade das 7 colinas... Mesmo que tivesse condições para ir de bicicleta não chegaria lá em condições de ir para uma aula, por exemplo... Lool, pelo menos ninguém se chegava ao pé de mim...
cabeca Escreveu::fliu Escreveu:O exemplo que foi dado da baixa da cidade sem carros, concordo plenamente, em locais de lazer devem ser evitados os carros ao máximo.
Locais de lazer só se for para ti. Na baixa também há pessoas a trabalhar, e MUITAS. Obrigado por me ajudares no meu argumento. Peguemos no modelo da baixa sem carros, (porque há lá pessoas a trabalhar) e que tú concordas e gostas e apliquemos no IST (onde também há pessoas a trabalhar e a estudar).
rod_mortalha Escreveu:
Tinha de vir essa desculpa das sete colinas. Há inúmeros trajectos em Lisboa, nomeadamente para chegar ao IST, onde não passas por nenhuma dessas colinas. Ora conta lá quantas colinas vão da Ameixoeira ao IST, por exemplo.
cabeca Escreveu:pereirinha Escreveu:só uma coisa, ninguém em santo antónio dos cavaleiros precisa do carro para ir ao pão...
O meu cunhado precisa. Era dele que estava a falar. E falo obviamente das urbanizações novas em Sto. António dos Cavaleiros, no alto do morro isoladas de tudo.
cabeca Escreveu:eu compreendo esse teu desespero, mas simplesmente não há volta a dar. apesar de todos os seus malefícios, os carros vieram simplificar bastante a vida das pessoas, tanto que quaisqueres argumentos que possam ser criados contra os automóveis, não chegam...
Claro que há volta a dar. Até há uns tempos sofria bastante com o fumo do tabaco dos outros, nos restaurantes, nos cafés, no metro, em todo o lado. Não havia volta a dar na altura, interferir com leis no tabaco era mexer com indústrias de milhões e entrar em discussões acesas em relação à liberdade das pessoas. Até que se fez alguma coisa, e hoje como o cozido ao sábado num restaurante cá do bairro sem o incómodo do cigarro alheio. Por isso não me venhas dizer que não há nada a fazer. Isso é uma atitude de resignação e aceitação sem questionar do status quo, nada saudável num jovem como tú.

cabeca Escreveu:João,Johnny Escreveu:Sou totalmente contra o facto de atribuir lugares de forma gratuita aos docentes, funcionários e alguns bolseiros, independetemente do lugar onde moram. Sou totalmente a favor da taxação dos lugares dentro do campus, mas com a selecção dos contemplados com base nas dificuldades de chegar ao técnico (tempo/distância).
Essa é boa! Muito boa aliás. Então vamos lá a ver se entendi a tua argumentação.
(...)
É justo sim senhor. Na nossa vida as escolhas que fazemos têm implicações. Os totós que se sujeitam a casas velhas e pequenas em Lisboa (um luxo, dirão muitos) levam com os carros dos que escolheram melhores condições na periferia. É uma questão de justiça. E se estrebucham porque os incomoda trabalhar num parque de estacionamento, é porque não compreendem os coitadinhos que não têm alternativa senão vir de muito longe, um em cada carro, exigindo ter lugar gratuito no destino.
Miguel Cabeça[/b]
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